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Christina Morais, Advogado
Christina Morais
Comentário · há 2 anos
Agora vou falar do pulo do gato: saber diferenciar informação de domínio do assunto! kkkk Confesso que já cometi esse erro em início de carreira, e muito. Para demonstrar domínio do assunto, eu acabava por esgotar o assunto com excesso de informações a ponto de o cliente entender exatamente o que o texto sugere: que meus serviços já não eram mais necessários. Lógico que já me corrigi. Estou falando de séculos seculórios atrás, qdo eu estava bem no início mesmo. Hoje sou até mais cuidadosa: qdo eu vejo que o caso pode se resolver na esfera extrajudicial, antes de sair falando sobre soluções, eu já adianto logo que por conhecer um caminho que eu acredito ter grandes chances de ser de solução imediata, eu só atenderei o cliente se estiver disposto a me contratar de imediato, ou, caso não queira, cobro pela consulta com pagamento no ato. Essa postura pouco maleável a princípio já me salvou muito de acabar trabalhando de graça. De novo, foi a experiência que me ensinou quais as situações exigem essa medida mais drástica, que só utilizo em "ultima ratio". Ah, mas e se o cara naõ concordar com nada e for embora? Bem, eu não recebo nada por um trabalho que eu não fiz. Mais que justo. Melhor que correr o risco de executar o trabalho e não receber por ele! Com esse pensamento bem sedimentado em mente, jamais me arrependi. Caso alguém esteja se perguntando, nessa estratégia, a média é de 50% de aceitação. Metade ou paga a consulta, ou me contrata de imediato. Outra metade coça a cabeça, fica de pensar e some, me fazendo o grande favor de economizar meu precioso tempo.
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Felipe Schneider

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